Se você contratou o Growth Launch, já tomou a decisão mais importante: o lançamento não vai ser no improviso. Agora, a pergunta natural é o que acontece a partir daqui, e quanto do seu tempo isso vai exigir.
Este texto responde as duas coisas.
Do aceite ao kick-off: ganhando tempo
Assim que a proposta é aceita, dois movimentos acontecem ao mesmo tempo:
- O formal: o contrato segue para assinatura digital.
- O estratégico: enquanto o contrato tramita, você recebe o questionário de onboarding e a lista de acessos que vamos precisar.
No questionário, a gente pergunta sobre o produto, o mercado, os concorrentes, o que já foi tentado, o ciclo de venda e o objetivo do lançamento. Também criamos o canal direto de comunicação com você e com quem mais participar do projeto.
Com o contrato assinado e o questionário respondido, agendamos o kick-off. A ideia é chegar nessa reunião já falando de estratégia, e não fazendo perguntas que poderiam ter sido respondidas por escrito.
O primeiro mês: a largada estratégica
O primeiro mês é dedicado a decidir antes de construir. A gente começa pela planta, não pela parede: site, campanhas e materiais só são produzidos depois que a estratégia está validada com você.
Nesse mês, o trabalho passa por:
- diagnóstico do produto, do mercado e da concorrência;
- definição de ICP e da mensagem principal;
- plano de go-to-market, com os canais escolhidos para a validação;
- definição da Meta de Largada, de acordo com o ciclo de venda do seu produto.
Ao fim do mês, você tem um plano aprovado e sabe exatamente o que será construído, testado e medido nos meses seguintes.
Do segundo mês em diante: estrutura, validação e operação
No segundo mês, a estrutura é montada: site com blog, rastreamento, CRM, apresentação comercial e setup de mídia. As primeiras entregas já vão ao ar.
No terceiro, as campanhas de validação rodam e mostram como o mercado responde. Do quarto ao sexto, o time opera como um mini-Squad, otimizando o que funcionou e convertendo a demanda gerada até a Meta de Largada.
Qual é o papel da sua empresa durante o Launch?
O nosso time assume a estratégia e a execução. O seu papel muda ao longo do programa, mas é sempre de decisão, e não de operação.
No primeiro mês, você é fonte. Ninguém conhece o produto e o cliente melhor que você. A gente precisa de tempo da liderança nas conversas de diagnóstico, ICP e mensagem.
Na construção, você é validador. Para o cronograma andar, precisamos que a empresa:
- envie os insumos (marca, materiais existentes, fotos de produto) e libere os acessos;
- aprove layouts, textos e campanhas com agilidade;
- confirme que o que estamos comunicando reflete o que o produto realmente entrega.
Na operação, você é parceiro de decisão. Nos rituais quinzenais e nos marcos do terceiro e do quinto mês, a sua participação define as prioridades. E se existe alguém cuidando de vendas, ele precisa estar perto: é com esse time que a gente alinha o que é uma levantada de mão qualificada e como a demanda gerada vira conversa comercial.
Como o Launch termina
No quinto mês, com os resultados na mesa, a gente conversa sobre o que vem depois. Há três caminhos:
- seguir com o Growth Squad, para crescer a partir do que funcionou com uma operação contínua;
- internalizar a operação, com o seu time assumindo a partir do Playbook de Largada;
- encerrar o programa, com a estrutura e os aprendizados documentados.
O sexto mês é de consolidação: relatório final, Playbook de Largada e handoff organizado, seja para o seu time, seja para o Squad.
Se você ainda está avaliando o Launch e quer entender como esse processo funcionaria no seu caso, converse com um especialista.